Novas formas de amar

“A família deve compreender que a orientação afetivo-sexual não é uma opção, não é algo que possamos mudar de acordo com nosso desejo.

Cada um deve ser o que é. Não há motivos para problematizarmos isso, porque não é um problema. Devemos compreender como algo natural, faz parte da subjetividade humana. O único problema, infelizmente, ainda é o preconceito. Mas o respeito é a melhor saída”.

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