Cuidado com os pedófilos

A matéria fala sobre Pedofilia e o cuidado que devemos ter com os pequenos.

“A pedofilia é um transtorno de preferência sexual em que a pessoa sente desejo e prazer sexual quando tem estímulos que envolvam crianças, conforme a OMS (Organização Mundial de Saúde) se trata de uma doença. É um desvio de conduta sexual.

Em nossa legislação, a pedofilia é considerada crime quando sai da fantasia para prática: quando o pedófilo (adulto) pratica abuso sexual com criança ou adolescente, ou mesmo quando se trata de pornografia infantil, pois o adulto se aproveita da fragilidade e vulnerabilidade para satisfazer seus desejos sexuais.
É importante observar qualquer mudança no padrão de comportamento da criança. Se a criança costumava brincar, era alegre, ativa e, sem motivos, se torna agressiva, triste, pensativa. Esses podem ser sinais de que algo está acontecendo e os pais precisam estar sempre atentos. Outro sinal comum é quando a criança apresenta comportamento sedutor de forma repentina, principalmente com os adultos. As crianças que são abusadas sexualmente não possuem a compreensão do que está acontecendo com elas. O agressor pode fazer com que a criança acredite que aquela situação é uma brincadeira ou um jogo. Pode também ameaçar a criança, que fica sem saber como agir, permanecendo no silêncio por muito tempo. Infelizmente, quando as vítimas de abuso conseguem revelar e descrever o que aconteceu, ainda podem sofrer com o descrédito da própria família.

Pode ser necessária a atuação de uma equipe multidisciplinar para uma avaliação clínica que vise confirmar a suspeita da violência: médicos, psicólogos, assistentes sociais.

Na esfera emocional, tanto a criança vítima de abuso como a família precisarão de apoio psicológico.

Quando a violência sexual é cometida dentro da própria casa ou por pessoas próximas, a situação se torna ainda mais delicada.

Alguns pais até percebem o que está acontecendo, mas não tem coragem de assumir o problema e procurar ajuda profissional por medo de enfrentar a situação e do constrangimento que pode trazer. Esse assunto ainda é um tabu nas famílias, mas fingir que nada está acontecendo pode causar danos ainda piores para a criança.”

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